terça-feira, 25 de julho de 2017

CASUAL DAY...



Eles já eram amigos há algum tempo, mas nunca se encontraram, nem ao menos tinham pretensões além da amizade que cultivavam, uma vez que moravam distantes e possuíam vidas completamente diferentes.


Mesmo assim, rolava aquele fogo sempre que se falavam, as conversas acabavam sempre levando a papos ardentes, vontades que não passavam do sexting, troca de imagens, mensagens que mexiam sempre com a libido de ambos.


Uma manhã, ela estava no trabalho como sempre, ocupada com seus afazeres, dentro da sua rotina habitual, quando recebe uma mensagem dele:


- Bom dia, morena linda! Adivinha onde eu tô?

- Meu Deus! Como posso saber? Você está sempre viajando... Me dá uma dica!
 
- Ah, menina... tô tão perto de você... vem me ver, vem?

- Como assim?? Você está na minha cidade? Onde você está?? Me manda localização agora!!!!

E assim, ele enviou a localização. Quando ela abre no mapa para verificar a distância e o local que ele se situava, ela cai na gargalhada.


- Safadooooooo!!!! O que você está fazendo na frente do motel???

- Te esperando! Rsrs Vem!!!

Eles combinaram um horário um pouco mais tarde, no horário de almoço dela, pra que ela pudesse terminar de se programar em meio à suas obrigações. 


No horário marcado, ele estava esperando em um posto de gasolina, estava tomando um café enquanto a esperava. Ela mandou uma mensagem avisando que estava próxima e ele disse que aguardaria na frente do local, na esquina.


Quando ela chegou, caiu mais uma vez na gargalhada, esse homem era terrível, ele a esperava na esquina como um garoto de programa, estava apetitoso em seu jeans e camiseta branca, mochila nas costas, óculos de sol no rosto, aquele sorriso zombeteiro de sempre.


Falou oi e lhe beijou, ela sorriu travessa e saiu com o carro, não andou meio quarteirão até o motel que ele estava em frente pouco antes. 


Quando entraram no quarto, suas bocas se grudaram, suas roupas foram caindo ao chão, as mãos exploravam ansiosamente. Ele a colocou de costas para ele e encaixou seu pau entre sua bunda empinada. Ela rebolou quando sentiu sua ereção. As mãos dele exploravam seu corpo, sua boca grudou em seu pescoço e ele não parava de dizer coisas como “Ah, morena deliciosa... como é bom sentir seu cheiro!”, enquanto seus dedos ágeis chegavam a sua buceta, a essa altura já totalmente ensopada só com os beijos cheios de vontade.


Ele a levou até a cama, a deitou de barriga para cima e abriu suas pernas, caindo de boca com vontade chupando sua xota melada, alternava chupava e lambidas, levando-a a gemidos cada vez mais altos, segurando sua cabeça, se contorcendo em sua boca, quando estava prestes a atingir o orgasmo, ela segurou seus cabelos, fechando suas pernas segurando sua boca em sua buceta, gemendo ainda mais alto.


Quase que em seguida, ela se sentou, trazendo-o a sua frente, abocanhando seu pau com vontade, mamando-o com volúpia, ele se entrega aquela mamada de uma forma tão prazerosa que ela molha ainda mais, olhando pra ele, suas mãos em seu cabelo, quando não estava quase aguentando mais, ele a para e pega uma camisinha que já havia deixado em cima da cama quando arrancavam as suas roupas apressados.


Ela o assiste colocar a camisinha provocando-o ainda mais, se tocando e o olhando com fome.


Ele sobe pra cima dela com ferocidade a preenchendo em uma estocada, sugando seus mamilos ao mesmo tempo, as mãos dela o arranham as costas, as respirações densas, os gemidos intensos, ele levanta uma de suas pernas e solta um tapa em sua bunda, fazendo-o a gemer mais alto.


Em um sobressalto, ele se retira de dentro dela e a vira de costas, socando fundo e com força, mordendo seu pescoço, apertando seus seios com vigor, ela goza mais uma vez, gemendo alto e rebolando em seu pau enquanto ele a segura pelos seios, com beijos e chupadas em seu pescoço.


O ar naquele quarto parece ser pouco para o folego dos dois, ele senta na cama a fim de tentar se reestabelecer, quando ela começa a suga-lo de quatro, a bunda empinada, os olhos conectados aos dele. “Mama me olhando, putinha... Mama!”


E ela obedeceu avidamente. Engoliu aquele pau com tanta fome, sem desconectar de seus olhos, lambeu seu cumprimento enquanto massageava seu saco, até que em um urro ele gozou em sua boca, com espasmos maravilhosos que a fizeram sorrir de orgulho por sua conquista.


Ainda lambendo os lábios engolindo a sua porra, ela dá um beijo em seus lábios. Ele ainda sem fôlego, sorri e diz: “Oi, prazer, meu nome é Rodrigo...” Ela escancara um sorriso e retribui: “Prazer, Rodrigo.. o meu nome é Márcia..” 


domingo, 23 de julho de 2017

REENCONTRO COM AMIGOS

Recebi esse conto delicioso do @1MamutePeqenino!
Espero que curtam bastante! ;)
 
Sonho realizado. 
Quem nunca desejou transar com duas gostosas do tempo da escola? Eu me chamo João, tenho 27 anos, e sempre fui louco pra transar com a Malu e a Paty.
Uma morena, e a outra de pele cor de pêssego, cheia de sardas.
As duas gostosas não desgrudavam. Eu, ao ver as duas de vestido colado ou uma roupinha mais provocante, ficava de pau duro na hora. O tempo passou, mantivemos contato, e combinamos de tomarmos um chope, botar a conversa em dia. Malu, como sempre, provocante com sua cor do pecado, com curvas das quais, salivo só de imaginar! Paty, com suas sardas, boca delicada e muito gostosa.
Chegamos ao Pub "ReKantus" pedimos uma rodada de chope, tequila e alguns petiscos. As duas sorriam maliciosamente, com um olhar safado, mas o clima estava delicioso. Conversa vai, conversa vem, num momento em que o álcool fez efeito, Paty puxou Malu, dando um beijo ardente, cheio de tesão e desejo. Fiquei sem reação. Não sabia se me intrometeria, mas não tive tempo de pensar, me puxaram pro beijo. 
Minhas mãos corriam coxa acima, acariciando sob a calcinha, a bucetinha da Paty, que estava encharcada. Paguei a conta, e nos dirigimos para um motel. 
Enquanto eu preparava a hidro, as duas iam se despindo do pudor, e das roupas. Sempre fui tarado por mulheres cheinhas. Malu tem uns seios com as 'rodelas' cor de ameixa, grandes e deliciosos. Paty, com suas sardas, mamilos apessegados. 
A cena que meus olhos contemplavam era excitante demais. Me assentei na cadeira e comecei a bater uma, enquanto as duas se chupavam. Eram dedos hábeis, línguas entrelaçadas, não me contive. Tive que ir lá. Cheguei apenas usando uma boxer branca, e logo as duas se ajoelharam diante de mim, uma abocanhando meu pau pelo meio, a outra beijando a cabecinha. Minha piroca babava de tesão, arrancaram minha cueca e sorrindo disseram "Fica caladinho, hoje a gente vai tomar posse do teu corpo a noite toda!" 
Malu, não satisfeita em me provocar com mordidinhas no pau, me deitou no chão e sentou louca feito uma fêmea no cio, engolindo com a buceta, meu pau inteirinho. Paty, toda tarada, abrindo as pernas, de uma forma que eu pudesse a chupar, sentou diretamente na minha cara, roçando a buceta em meu nariz, boca e lambuzando todo o meu rosto. Meus dedos a deixava louca, gemia, rebolava, enquanto Malu, se acabando de tanto quicar, as duas mesmo sobre mim, se beijavam cheias de tesão. 
Quando a Malu gozou, trocou de lugar com Paty. Paty rebolava mais suave. Tirava o pau na subida, e descia lentamente, me deixando ainda mais louco de tesão. Não resisti àqueles movimentos, gozei preenchendo assim a buceta de Paty.
Nos levantamos, e no caminho para a hidro, Malu ficando de 4 balbuciou "vem João, fode meu cuzinho!"
Malu se abrindo, deixando a mostra a buceta molhada, e um cuzinho delicioso. Paty a chupava, enfiando um dedo no cu da amiga putinha... aquela cena era ainda mais gostosa. Pincelei com a cabeça do pau no cu daquela putinha, e fui enterrando devagar, depois aumentando o ritmo. Bombando forte, sem dó, e a Paty gritando "fode com força, come gostoso meu cuzinho, come?!" Não demorou, e enchi aquele cuzinho com uma gozada imensa.
Malu, já virou reclamando "Eu também quero dar o cu!" Lavei o pau, e voltei a  pincelar, mas agora no cuzinho da Malu. As duas se chupando e a Malu tomando pica. Puxões de cabelo, tapas naquela raba grande e gostosa. Exausto, gozei novamente, e deitamos os 3 exaustos de tanto que gozamos do nosso reencontro...

quinta-feira, 20 de julho de 2017

UM ENCONTRO APENAS...

Esse conto delicioso e romântico foi enviado pela minha amiga linda do Twitter: @docemenina_ma

Enjoy it!

Nindja FeMMe. 



Era um encontro despretensioso. Só um café eu dizia.
Mas no fundo, eu queria que fosse mais...
Já venho conversando com Tiago a algum tempo na net e falamos em nos encontrar. Mas nunca achei que isso ia acontecer. Até que ele disse na semana passada. - Não agüento mais. Estou indo para SP ver você.
Um frio intenso se instalou em minha barriga. Parece coisa de adolescente.Pois agora estou aqui, nesta lanchonete pensando no que vou falar. Pensando: "Céus!! Nas fotos eu coloco filtro e agora?!"
Não posso demonstrar que estou nervosa. Eu falo para mim: "não estou nervosa, não estou nervosa." Estou uma pilha de nervos!
Tiago é lindo, sedutor. Moreno, mediano, barriga sarada, mão grande... Eu sou normal. Morena, seios fartos, barriga lisa e um bumbum considerável, rs.
Perdida em meus pensamentos senti um calor subindo a espinha que me arrepiou e me fez estremecer e endurecer os mamilos. Quando olhei de canto, era ele. Jeans, camisa social com meia manga, botões um pouco abertos...
Conforme ele ia passando pelas mesas os olhares das outras mulheres desviavam para ele.
Ele chegou, me olhou e disse:
- Posso?
- Claro. Sorri para ele e já senti um calor em minhas bochechas.
Conversamos por uns 20 minutos e pensei: Bom, agora que ele já viu, certeza que vai dizer:

- Foi um prazer te conhecer, nos vemos pela internet...
Já estava preparada para levar o toco épico.  Então ele tocou a minha mão e disse:

- Por que não conversamos melhor no meu quarto de hotel?
As palavras saíram da minha boca sem meu cérebro processar.
- Lógico!

Onde eu estava com a cabeça? A essa altura do campeonato acredito que nem cabeça eu tinha mais. Ele segurou a minha mão, fomos até o balcão. Ele pagou meu café e saímos. Pegamos um táxi sentido Jardins.
Trocamos alguns olhares no carro e percebi seus olhos correrem meu corpo. Minha blusa de botão realçava meus seios. 

Lógico que fui para o tudo ou nada também, e me preparei. Coloquei uma calcinha branca com rendinha e um sutiã que ajudava muito a segurar o seio.
Chegamos no Tivoli Mofarrej. Eu não pude acreditar.
- Você esta hospedado aqui???
- Sim, bebê. 

Juro que me derreti ali e não nego, fiz cara de impressionada. Eu sabia que ele era empresário rural. Mas, puxa vida!
Percebi que alguns funcionários o cumprimentavam como se o conhecesse. Então ele me disse que sempre que vinha a SP ficava ali. O ascensorista clicou no 8º andar.
Quando entrei no quarto, nem em mil anos achei que ia ter aquela vista magnífica de SP. Eu estava próxima a janela e já estava anoitecendo, enquanto eu olhava pelo vidro. 

Senti suas mãos segurarem minha cintura e já senti seu membro tocar a minha bunda. No meu ouvido ele disse: 

- Eu vim só pra te ter. E você vai ser minha.
Senti um arrepio dos pés a cabeça. Meus mamilos já se enrijeceram novamente. Ele colocou meu cabelo para o lado e começou a beijar meu pescoço enquanto suas mãos corriam por dentro na minha blusa.
Ele me virou e me pressionou contra o vidro da janela, que era do chão ao teto, me dava  beijos  intensos, descendo pelo meu pescoço, abrindo minha blusa  mostrando meu colo e meus seios.
Ele me mordia e me beijava loucamente,  subiu minha saia, ficou de joelhos passou os dedos por dentro da minha calcinha sentiu como eu estava molhada e colocou ela para o lado.
E de pé encostada na janela ele me chupou de uma forma que eu nunca tinha sido tocada antes. E eu não estava nem ai se minha bunda estava virada para a avenida mais movimentada do Brasil. Eu só não queria que aquilo acabasse. 

Com uma das mãos eu segurava o apoio da janela e a outra eu segurava seus cabelos. Os movimentos da sua língua me deixaram com as pernas bambas em cima do meu salto. Quando ele percebeu que eu estava ficando já sem forças, ele me puxou para a cama. E que cama. Quando eu cai, nela de barriga pra cima parecia que eu estava deitada em uma nuvem.

Ele tirou a camisa e a calça. Seu pau estava duro na cueca boxer preta. Uma verdadeira visão do paraíso. Ele puxou minha saia, tirou minha blusa e começou a me olhar. Fiquei envergonhada. Ele sorri e disse:

- Você é um anjo.
Então deitado do meu lado comecei a acariciar seu corpo, e que corpo. Coloquei-me por cima dele e fui descendo. Ele não estava todo em cima da cama. Seus joelhos ficaram dobrados para fora. Tirei a cueca dele e minha lingerie, torci meu cabelo e segurei com força seu pau. Me ajoelhei e comecei a chupá-lo.
Primeiro só a cabeça do pau... vi suas mãos segurarem os lençóis. Então ele sentou na cama e isso fez com que eu sentisse mais excitação, por que ele segurou meu cabelo e me olhava intensamente. Com as duas mãos eu segurava o pau dele e friccionava,  fazendo movimentos de vai e vem dentro da boca sentindo todo seu gosto. Quanto mais eu fazia mais ele segurava com força meu cabelo. Até que ele puxou e disse:

- Não vou gozar agora. Você primeiro.
Ele me jogou na cama abriu minhas pernas e começou a passar a mão em mim, beijando e mordendo meus seios, isso me deixava louca. Passou a língua pela minha barriga e caiu de boca em mim. Ao lado da cama, no criado mudo ele puxou um preservativo.
Colocou no pau, deu mais uma chupada em mim e meteu devagar. Pude sentir cada centímetro entrando. Ele dava duas estocadas, tirava e me chupava. Fez isso umas 6 ou 7 vezes. Eu já estava me contorcendo toda. Ate que ele sussurrou:

- É isso que você quer? ...é isso que você vai ter.
Segurando minha mão no alto da cabeça, ele começou com movimentos lentos e acelerou o ritmo. Eu sentia o pulsar do seu pau dentro de mim. Seu suor correndo pelas costas, meus cabelos molhados e foi assim por um tempo até que gozamos juntos.

Seu beijo era doce. Uma mistura do meu gosto e o dele. Depois que saiu de cima de mim, ele se deitou ao meu lado e começou a passar a ponta dos dedos pelo meu corpo. Levamos uns 10 minutos para sair da cama.
Fui para o banho e ele ficou pedindo serviço de quarto. Sai do chuveiro me enrolei no roupão macio e fiquei tomando um copo de suco olhando SP do alto. Quando ele saiu do banho, se encostou em mim. Passou a mão na minha bunda, apertou e sussurrou no meu ouvido: 

- Quero você inteira. E agora quero isso.
Já senti seu pau me tocar... Mas essa parte da história eu conto depois... 

domingo, 5 de fevereiro de 2017

CONTINUANDO A VIRADA DO ANO...



Saímos do prédio após a festa de réveillon e nos dirigimos ao seu carro. Logo que entrei ele me beijou, mais um daqueles beijos que me deixam sem ar, cheios de saudade e desejo. A mão já foi logo pra minhas coxas, apertando, acariciando.

- Ah, como eu adoro essas coxas... - sussurrando em meu ouvido.

Minhas mãos em seu peito, agarro forte, puxo pra mais perto. 

- Amor, se você não ligar esse carro, vamos transar aqui mesmo e eu quero você só pra mim.

Ele liga o carro, me olha com aquele olhar travesso. Abre o botão da calça e o zíper. Eu já me preparo no banco. Dou um beijo em sua boca sorrindo e desço pro seu pau. Meu pau.

- Ah, putinha gostosa! Não tem nada melhor do que sua boca no meu pau. Continua...

Ele vira uma rua e começa a dirigir pelas ruas do bairro. Poucas pessoas naquela redondeza, e eu continuo mamando e lambendo, ele geme e urra de tempos em tempos, me olha quando faço pausas e segue dirigindo ao nosso destino.

Andamos por algum tempo e ele entra em um motel, pede um quarto, a recepcionista diz que tem somente um quarto vago e ele pede a chave.

Quando desliga o motor do carro, ele solta o cinto de segurança e vem pra cima de mim, louco de desejo. Me beija, suas mãos ao mesmo tempo vão uma para os meus seios e a outra pra debaixo do meu vestido. Movimentos rápidos, sedentos, como quem perdeu completamente qualquer pudor naquele instante.

Ele me beija e me toca, enfiando dois dedos na minha buceta. Solto um suspiro profundo. Seus dedos vem a minha boca, melando meus lábios, depois os chupo. Como adoro sentir meu gosto naqueles dedos. Sua boca chega a minha, só que desta vez o beijo é lento. Adoro quando ele quer saborear meu gosto em nosso beijo.

Entramos na suíte aos tropeços. As bocas não se desgrudavam, as mãos despindo o pouco da roupa que já estava fora do lugar. Ele me joga na cama e abre minhas pernas.

- Você tem ideia da vontade de chupar essa buceta que eu estava?

Eu nego com a cabeça, rindo.

- Não? Então vou ter que provar! – sua boca me abocanha, fazendo uma sucção intensa, ele solta e começa a lamber, dá pequenos beijos, como que adorando minha buceta, eu rio e gemo ao mesmo tempo, não poderia querer mais nada.

Não que eu não sonhasse com esse momento de novo, eu sonhava, mas eu não criava mais expectativas, eu as havia perdido. Seu silêncio foi o mais longo desde que nos conhecemos, ele havia saído totalmente do padrão que havíamos criado. E assim, eu já imaginava que não havia qualquer futuro para nós.

Eu não poderia estar mais errada! Pelo menos no momento, com sua boca sugando, lambendo, chupando, seus dedos me penetrando, a única coisa que eu conseguia pensar é que aquilo era bom demais, esse momento era bom demais e eu não queria que acabasse de jeito algum.

Ele para de me chupar, eu estava de olhos fechados apreciando todas aquelas sensações, gemendo como há muito eu não gemia, logo abro os olhos e me levanto um pouco indignada com sua interrupção, eu estava quase lá!

- Não para! Por que você gosta de me torturar, cachorro? – ele estava me olhando e sorrindo.

- Eu adoro te ver implorar pra te fazer gozar. Pede, putinha? Pede pra eu te fazer gozar com a boca?
- Me faz gozar, meu cachorro! Me faz gozar nessa boca gostosa?

E ele voltou a me lamber e chupar, aumentando a intensidade, mas mantendo o ritmo que ele sabe que vai me fazer gozar em breve. Eu grito seu nome em meio a grunhidos e gozo forte, tremendo, quase desesperado.

Quando estou recuperando um pouco o fôlego, ele já está sobre mim me beijando e me penetrando. Ah, como eu adoro sentir o pau dele entrando todo em mim em meio aos espasmos do orgasmo.

No começo, o ritmo é lento, como que aproveitando as contrações da minha buceta, e ao mesmo tempo me fazendo recuperar o folego. Ficamos assim durante algum tempo, as mãos passeando pelos corpos, as bocas nunca se desconectando. Ele aumenta o ritmo e eu gozo mais uma vez.

Ainda sem fôlego ele me posiciona de quatro, empinando minha bunda em sua direção. Me penetra fundo e segue em ritmo forte e intenso. Perdi a noção de quantas vezes gozei no seu pau, minha mente está girando e eu não consigo pensar em mais nada além daquelas sensações maravilhosas que eu estou sentindo. Suas mãos no meu corpo, seu hálito na minha pele, sua boca no meu pescoço.

Ele grita meu nome e goza junto comigo quanto sente mais uma vez a minha buceta contraindo, apertando seu pau, minha garganta arde de tantos gemidos e gritos que dei. 

Nos deitamos frente a frente, ele me dá beijos como que querendo acalmar minha respiração, suas mãos tocam meu rosto, afastam meus cabelos, eu fecho olhos aproveitando todas as sensações que ele me proporciona. Respiro fundo.

- Pode dormir, minha delícia... eu não vou a lugar algum...

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO




Nada acontece por acaso. Ser um casal não é algo incomum, quando duas pessoas se gostam, elas se unem. Nós já estamos casados há mais de uma década e estávamos na famosa rotina. Somos unhas e carne, sou sedenta por sexo, mas o apetite dele não tem sido o mesmo ultimamente.

Após as festas de fim de ano, um casal de amigos nos convidou para passar uns dias na casa de praia deles. Como estávamos de férias, aceitamos a fim de fugir da agitação da cidade grande.

Chegamos ao litoral após o almoço e o nosso casal anfitrião nos recebeu com um lanche da tarde, cheio de frutas, pães, frios e sucos naturais. Enquanto lanchávamos, conversamos bastante e eles nos contaram que outros casais de amigos estavam para chegar mais tarde.
Levaram-nos para conhecer a casa, era enorme, daquelas que a gente só vê em filmes, tudo muito bonito e bem decorado. Nosso quarto era simples, uma suíte com uma ampla janela com vista para a praia e os coqueiros, uma bela visão relaxante.

Nos acomodamos e resolvemos tomar uma ducha para lavar o cansaço da viagem. Ele entrou primeiro no chuveiro, resolvi entrar junto, o clima quente me deixa muito excitada. Entro no chuveiro e abraço-o por trás, ele se surpreende, mas sinto o seu sorriso. Ele estava com o sabonete e a bucha na mão, pego-os e começo a ensaboá-lo, lavando todo seu corpo.

Quando ele se posiciona embaixo do jato de água, eu vou pra sua frente e ajoelho olhando-o nos olhos, sorrindo maliciosamente. Seguro seu pau com uma das mãos e lambo toda a extensão daquele cacete que eu tanto adoro, até as bolas e chupo-as. Volto lambendo e engulo todo. Começo a mamar em um ritmo um pouco lento, masturbando-o ao mesmo tempo, naquela posição que eu sei que vou enlouquecê-lo. Eu quero leite. 

Aumento o ritmo da minha boca, aprofundo os movimentos, eu sinto que ele está segurando para não gemer alto e chamar a atenção dos anfitriões e, só o pensamento de que alguém escute seus urros de prazer me fazem mamar aquele caralho gostoso com mais vontade. Sinto suas pernas enrijecerem, meu prêmio está a caminho. Ele segura meu cabelo e move minha cabeça de um modo que nossos olhos se encontram, sua boca abre formando aquele “O” que eu adoro ver. Minha boca enche de porra quente, engulo tudo e lambo os lábios com satisfação.

Após o banho, descemos para a sala e encontramos os outros casais que chegaram enquanto estávamos nos refrescando. Eu troquei a roupa e resolvi colocar um biquíni e uma saída de praia leve e transparente, queria explorar o lugar e aproveitar um pouco o sol. Cumprimentamos nossos colegas, conversas triviais, olhares demorados. Acho que saquei o plano dos nossos amigos anfitriões, mas o marido ainda continua meio alheio ao objetivo principal desse convite. Conversa vai, conversa vem e resolvemos todos descer para a praia.
Passamos a tarde na praia com os amigos, todos muito agradáveis e simpáticos, o papo rolava fácil e em pouco tempo não havia muito constrangimento entre ninguém, inclusive o marido que se soltou bastante e bebeu alguns drinks entre uma conversa e outra. Eu estava amando todo aquele clima. Não havia problemas, ninguém conversa sobre trabalho, as conversas eram leves e casuais.

À noite, os anfitriões avisam que haverá um jantar no terraço da casa, bem ao clima de sarau havaiano, vários petiscos e comidas leves, mas, também, bebidas de todos os tipos e gostos, que inicialmente pareciam bem inocentes, mas depois do segundo drink eu percebo que estavam bem carregados.

Em pouco tempo, notamos um dos casais só de trajes de banho, uma das esposas está aos beijos com a outra, não me lembro dos nomes, só sei que uma é loira e a outra meio ruiva, ambas são apetitosas e eu logo me excito. Beijo o marido e o faço olhar na direção das duas mulheres se beijando. Eu sei que essa é uma das fantasias dele. Seus olhos se fixam nas duas gostosas se acariciando, eu começo a notar os maridos conversando entre si animados, começando a se acariciar.

Resolvemos chegar mais perto, e nossos anfitriões se juntam a nós, perguntando se estamos curtindo a recepção, sorrio para eles, olho para o marido, seus olhos brilham, mas ele não fala nada somente balança a cabeça concordando. Começamos a conversar, mas a cena anterior começa a esquentar e todos chegam mais perto para apreciar. Estávamos em cinco casais, dois deles estão a todo vapor, o marido de um dos casais resolveu entrar na brincadeira das esposas, se juntando a elas, beijando a mulher do outro, enquanto sua esposa estava obstinada em tirar o resto da roupa que restava da amiga, lambendo todo o trajeto que a despia, enquanto o outro marido, já com o pau na mão, só observava se masturbando, bebericando de seu drink.

O casal que estava a parte começa a se beijar, também, em uma poltrona logo ao lado. Sussurro no ouvido do marido:

- Quer entrar na brincadeira? Eu tô molhada só pensando na possibilidade de te ver chupando aquela buceta.. - E aponto a loira sendo chupada pela amiga logo a frente. 

Ele me segura forte me apertando contra seu quadril e sinto seu pau duro contra a minha bunda, esfrego levemente em sinal de aprovação. Ele me beija. Forte. Cheio de desejo. Eu me derreto. Ele me vira, deixando-me de frente para ele, suas mãos vão para a minha bunda, ele sobe o vestido deixando ela toda a mostra. E aperta forte, me pressionando contra sua ereção. Eu deslizo minhas mãos pelas suas costas, aperto sua bunda e levo minha mão para seu pau, acariciando por cima da bermuda.

Quando faço sinal em abrir sua bermuda, ele me segura e me leva para a sala ao lado. Ele me deita no sofá posicionado de frente ao terraço. Estamos isolados do restante do grupo, mas ao mesmo tempo visível para todos os olhares. Ele tira meu vestido e puxa minha calcinha de lado, enfiando dois dedos de uma vez, sorrindo para mim quando os sente encharcar. Leva os dedos na minha boca e eu os chupo com força, logo em seguida ele me beija e seus dedos voltam a me masturbar. Quando começo a gemer em sua boca, ele desce e me chupa, eu me seguro em seus cabelos e incito um ritmo mais forte, gemendo alto.

Chamo atenção do casal que antes estava a parte da festinha que acontecia do lado de fora, o marido senta na poltrona ao lado do nosso sofá e a mulher, já só de lingerie, segura o pau do marido, sentando em uma de suas pernas. Eu olho para ela, lambendo os lábios. Acho que ela entende o meu sinal e vem ao meu encontro. Nossas bocas se encontram, suas mãos acariciam meus seios ainda por cima do sutiã. Meus mamilos estão duros como pedra. Caralho, como eu queria isso.

A movimentação da nova amiguinha chama a atenção do marido, que para de chupar minha buceta e senta ao lado tirando seu pau pra fora da bermuda aberta. A minha mais nova amiguinha aproveita a deixa para me tocar, sentido o calor da minha buceta molhada. Olho para o marido e a imagem dele extasiado com a cena me enche ainda mais de tesão. Gemo alto quando ela coloca dois dedos na minha buceta e começa a remexer. Ela tira um dos meus seios para fora do sutiã com a outra mão e sua boca suga meus mamilos duros. Meu quadril se eleva automaticamente. Eu me seguro nas bordas do sofá e remexo ainda mais nos seus dedos, até ficar um ritmo frenético e gozar nos seus dedos. Ela desce a boca pela minha barriga e suga minha buceta, lambendo e sugando todo meu gozo. Eu sinto espasmos. 

O marido está num ritmo alucinado se masturbando. Peço pra minha amiga que o ajude e ela ajoelha na frente dele e começa a chupá-lo. Seu marido se aproxima de mim, eu abro um sorriso pra ele, ele retribui posicionando seu pau na minha boca. Quase que em sincronia escuto os urros dos dois enchendo nossas bocas de porra, e sussurros de putas e gostosas entoam o ambiente.

Não sei como, mas acordei em nossa cama no andar superior, porém a cama estava bem mais cheia do que deveria. Abri um sorriso, me aconcheguei no pau do meu marido atrás de mim e dei um leve beijo na minha amiga. Acho que fizemos muito bem em aceitar essa escapada do caos rotineiro.